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Estão abertas as turmas de espanhol para iniciantes da Polilinguas. As aulas de espanhol podem ser montadas em qualquer horário entre 7h00 e 19h00. O módulo iniciante tem duração de 30 horas (aproximadamente três meses). A nossa metodologia está baseada na conversação desde a primeira aula, respaldada pela gramática. Ao terminarem o módulo iniciante do curso de espanhol, os alunos passam para o módulo seguinte dando continuidade ao aprendizado do idioma espanhol.
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O curso de espanhol para iniciantes Polilinguas encontra-se na Unidade Moema, Alameda Iraé, 620 – Conj. 114.
A língua espanhola se formou do amálgama das diversas línguas e dialetos que pela região da Península Ibérica aportaram, devido às inúmeras invasões sofridas. A base do espanhol está no dialeto medieval falado em Castilha, procedente do Latim, que, aos poucos, se expandiu por toda a península, a que se somaram o ibero, o vasco e o celta. O idioma espanhol, durante este período de desenvolvimento, sofreu forte influência do grego, da língua germânica e do árabe. A língua espanhola, posteriormente à sua formação, sofreu influências especialmente no que tange a sua riqueza vocabular, do francês, italiano, latim clássico e das línguas aborígines americanas. Na atualidade, o idioma espanhol conta com enorme diversidade de pronúncia, conforme a região geográfica a se considerada (na Espanha) e conforme o país (América Latina de colonização espanhola). O idioma espanhol é falado oficialmente pôr vinte países. Na América, por aqueles que foram colonizados por espanhóis e na Europa, somente na Espanha.
- espanhol ou castelhano – Língua Oficial (país todo);
- catalão (na Catalunha e ilhas Baleares);
- galego (na Galícia);
- basco (no país Basco);
- valenciano (em Valença).
O idioma espanhol tem algumas semelhanças com o português. Contudo, existem diferenças, sendo as principais, ("letra castelhana/espanhola" = "letra portuguesa"): Ll = Lh, Ñ = Nh, Ch = Tch, B e V = B, X = /ks/ (nem sempre, como em México, que soa como méjico). Não há, no espanhol, o som da letra X como em xadrez. As letras K (/ca/, /que/, /qui/, /co/, /cu/), W (/v/ em palavras de origem alemã e /u/ em de origem inglesa) e Y (/i/) fazem parte do alfabeto castelhano/espanhol, a i grega (Y) pode ser consoante ou vogal, quando consoante tem um som mais forte. O "J" é um caso à parte: tem um som inexistente em português (o som que chega mais perto é o do R forte brasileiro e de algumas zonas de Portugal - como em carro). O som correspondente ao "J" português é representado por "LL" no espanhol platino, e inexistente noutros dialetos. Fora isso, não há acentos graves, til (Ñ não conta) ou circunflexo. Assim como no português ge = je e gi = ji, e também há o gue e gui, a letra Q segue o mesmo esquema (que = ke, qui = ki) e também há trema. Em castelhano/espanhol o costume é encerrar palavra com N e não com M. O Ç apesar de ter nascido do castelhano/espanhol foi abolido, tal como o SS. Já RR existe no castelhano/espanhol e usa-se da mesma forma que no português. Vale ressaltar que a pronúncia é de 'dois erres', ou seja, /r/,/r/, e não de /r/ como em carro /karo/. O Z e o C, este último antes de E ou I, em Espanha pronunciam-se de forma similar ao "th" inglês em "think" ou "something".